Monday, June 10, 2019

Rio Montreux Jazz Festival: sucesso total em quatro noites mágicas e inesquecíveis

O primeiro Rio Montreux Jazz Festival chegou ao fim. Infelizmente. Durante quatro dias, um (re)canto do Rio – o Pier Mauá – se transformou num local representativo das qualidades que fizeram a cidade ser chamada de maravilhosa. O Rio, ali, voltou a ser um local onde reinaram a cordialidade, a segurança, a amabilidade, a cultura, o lazer. E onde reinou a música, obviamente. Em altas doses. Retratando uma diversidade condizente com a fama do Montreux Jazz Festival suíço, embora isso não seja de agrado dos chatonildos puristas e tradicionalistas.
Com a expertise de quem programa a noite brasileira de Montreux há décadas, Mazzola montou um elenco que atraiu não apenas os jazzófilos ardorosos, mas também os simpatizantes do gênero e seus influentes afluentes. Encaixou bossa nova, MPB, rock e r&b num cardápio tão variado quanto apetitoso. Uma decisão fundamental para o tremendo sucesso do evento, organizado & executado com admirável competência em todos os quesitos.
Seguranças gentis, banheiros químicos mantidos em condições satisfatórias de uso, quantidade ideal de ótimos food trucks e bares - muitos bares! -, dentro e fora dos “palcos” fechados; mas sem nenhum caso explícito de exagero alcoólico, deve-se frisar. Tudo isso num cenário apaixonante. Quão frequentemente o respeitável público carioca se depara com um “tratamento” desses em grandes eventos? Não foi somente um Festival de música, mas também de civilidade. O público atraído pela excelente divulgação na imprensa e redes sociais, não se decepcionou com o que encontrou. Muito pelo contrário. São Pedro também ajudou: nenhuma gota de chuva em noites de clima agradabilíssimo. Nada flopou, tudo deu crush.
Como escrevi ontem, em uma das dezenas de postagens no Facebook sobre o Festival: “Último dia de um evento maravilhoso no Rio de Janeiro: Rio Montreux Jazz Festival. Lotado todas as noites! Se há bons eventos, os patrocinadores se interessam, há geração de empregos, as pessoas saem de casa, prestigiam, consomem, se divertem. O Stanley Clarke compartilha fotos tiradas pelos fãs, o Paulinho da Costa canta ‘Toledo Bagel’ especialmente para você ao sair do camarim, a gente reencontra amigos queridos (Wayner Nascimento, Red Sullivan e até o ídolo do Stanley, Jorge Oscar), desfruta do X-Belga, toma um bom vinho ou uma cerveja gelada, revê antigas namoradas desfilando com os atuais companheiros e fica feliz em ver que tomaram um novo rumo. É preciso fazer acontecer e aí a fila e a vida andam, a roda da economia gira. Reclame menos, produza mais!”
A música? Ah, sim. Para quem acompanhou quase todos os shows nos três palcos (batizados Ary Barroso, Tom Jobim e Villa-Lobos) montados no Pier Mauá – vários outros shows gratuitos aconteceram em pontos de Ipanema, Tijuca, Largo do Machado e Madureira –, a alma está lavada e enxaguada. Na primeira noite, pontificaram Diego Figueiredo (seguindo a linha evolutiva de Baden Powell, liderando um grupo abrasador com destaque para o baixista Eduardo Machado), Amaro Freitas, Maria Rita cantando lindamente com o Quarteto Jobim, Steve Vai estraçalhando com canjas virtuais (Joe Satriani, Mike Petrucci) e presenciais (Andreas Kisser), e principalmente um tal de Al Di Meola, que ofereceu um concerto sublime, marcado pela combinação de influências da música flamenca (fruto da longa convivência com o saudoso Paco de Lucia) e do nuevo tango criado por Astor Piazzolla.
Ao lado do pianista cubano – radicado em Miami – Kemuel Roig e do acordeonista italiano Fausto Beccalossi, Di Meola desta feita dispensou a guitarra, concentrando-se no violão. Um nível impressionante de virtuosismo, que incautos às vezes confundem com exibicionismo. Mostrou vários temas de discos recentes, mas no bis não se furtou a relembrar a mágica “Mediterranean Sundance”, originalmente gravada em duo com Paco no álbum “Elegant Gypsy”, um divisor de águas em sua carreira. Antes, saiu do palco para buscar o celular no camarim, justificando que precisava registrar e postar aquele momento. Ao final do recital, surpreendeu a todos aparecendo para autografar CDs e vinis vendidos por membros do seu staff. Conversou e posou para fotos com fãs que vieram – conforme ouvi nas conversas – até de cidades do interior de São Paulo, Minas Gerais e Bahia! Numa quinta-feira! Não se constrói um “following” desses sem motivo. Por isso, antecipadamente agradeceu ainda no palco: “thanks for keeping the attention for many generations”.
Na sexta-feira, me surpreendi com o fenomenal jovem guitarrista brasiliense Pedro Martins, que já abriu estraçalhando com “Olhos Nos Olhos” de Chico Buarque, e seguiu firme – ainda que confessadamente tímido no palco – em temas próprios e de Pat Metheny (“James”), com destaque para o baixista Pipoquinha, de impressionante fluência nos solos. Ouvi muitos elogios também às apresentações do grupo Choro Na Rua e de Yamandu Costa com a orquestra Camerata Jovem do Rio de Janeiro.
Um amigo de longa data, Stanley Clarke, simplesmente um dos maiores baixistas da história da música, fechou a minha noite com uma performance monumental. Liderou um quinteto completado pelos ultra-extraordinários – sim, é importante usar todos os adjetivos possíveis nessa hora – Beka Gochiashvil (pianista nascido na República da Geórgia, pequeno país na Eurásia que já foi parte da União Soviética), Cameron Graves (teclados), o afegão Salar Nader (tabla), Shariq Tucker (endiabrado baterista a quem Stanley se refere como “o espírito do grupo”) e Evan Garr (violinista a ele recomendado por ninguém menos que Jean-Luc Ponty).
Stanley abriu o show com um samba de George Duke, “Brazilian Love Affair”, em um arranjo de mais de 20 minutos. Não apenas os solos impressionaram, mas também a coesão, a energia e o swing da banda, a interação telepática. Em seguida, um tema belíssimo de Joe Henderson, “Black Narcissus”. No bis, é claro, “School Days”, quando trocou o baixo acústico pelo elétrico. Atingiu uma dimensão sobre-humana.

Ovacionado, estava feliz da vida no camarim. Recebeu amigos brasileiros, como o baixista Jorge Oscar e o artista gráfico Wayner Nascimento, a quem mostrou um vídeo no YouTube no qual toca obras de Bach, conversou sobre modelos de instrumento (“viajo agora levando um baixo fabricado na China, porque todos os meus melhores baixos foram danificados em viagens”, revelou), recordou a amizade com Luiz Bonfá (com quem gravou o cultuado álbum “Jacarandá”) e ficou pasmo quando relembrei a data de sua primeira vinda ao Brasil, em 1980, para um show com uma formação de all-stars – George Duke, Ndugu, Airto, Raul de Souza e Roland Bautista – no Maracanãzinho. “Estou ficando velho”, disse, pensativo. Está, mas tocando cada vez melhor.
O violinista Ricardo Herz abriu a programação de sábado, seguido pelo encontro do bandolinista virtuose Hamilton de Holanda com Paulinho da Costa, mestre da percussão radicado desde 1973 nos EUA, onde gravou com os maiores nomes do jazz e do pop, incluindo Michael Jackson (sim, no “Thriller” e também em “Off The Wall” e “Bad”). No repertório - após vários temas de Hamilton valorizados pelas atuações de Thiago Espírito Santo, Daniel Santiago e Edu Ribeiro - surgiram inusitadas releituras de sucessos aos quais o genial percussionista adicionou um tempero especial em gravações antológicas com Madonna (“La Isla Bonita”) e o grupo Earth, Wind & Fire (“Brazilian Rhyme”). Depois do show, Paulinho – a personificação da saudação “Salve Simpatia” – recebeu amigos na beira do palco, deu autógrafos e ainda cantou seu cult-hit “Toledo Bagel”, quando a ausência dessa música no repertório foi sentida pelos fãs.
Andreas Kisser, conhecido principalmente pelo trabalho com a banda Sepultura, colocou sua guitarra a serviço do heavy-metal, com direito a sucessos do Metallica e do Iron Maiden. O ensurdecedor volume de som chegou a provocar marolas. Já o bruxo genial Hermeto Pascoal provocou um terremoto de aplausos, sendo ovacionado ao entrar e sair do palco, quase emendando uma música na outra. Só deu para respirar quando tocou a singela balada “Montreux”, composta poucas horas antes de seu primeiro show na Suiça há apenas quarenta anos, em 1979. Corinne Bailey Rae, uma fofa, fechou a noite com um longo show que os fãs adoraram, e recebeu flores de Mazzola.
No domingo, Allyrio Mello, o encontro de Davi Moraes, Jr. Tolstoi e Pedro Baby no conceitual “A Guitarra e o Tambor”, e Carlos Malta com sua banda Pife Muderno precederam o Combo 66 de John Scofield, um quarteto que inclui Gerald Clayton (piano acústico e órgão Hammond), Vicente Archer (contrabaixo) e o infalível Bill Stewart (bateria). Usando e abusando de efeitos de distorção, mostrou temas próprios do disco mais recente e uma composição de título ousado, “F U Donald”, escrita por Stewart. Mas o ponto alto foi o bis: “But Beautiful”, balada escrita em 1947 por Jimmy Van Heusen, uma aula de delicadeza.

O encerramento do Festival aconteceu em clima de festa, no encontro de Ivan Lins com o pianista Chucho Valdés e o grupo Irakere, expoentes do jazz cubano. Surpreendentemente, em grande parte do show, Ivan dispensou a banda e soltou a voz em sucessivas baladas num set intimista apenas com teclado e o cello (às vezes guitarra) de Mario Manga. A música e o Rio precisam de muitas outras edições do Rio Montreux!

Wednesday, June 5, 2019

Faltam menos de 24 horas para o Rio Montreux Jazz Festival!

Faltam menos de 24 horas para a abertura do Rio Montreux Jazz Festival! O acontecimento musical do ano! Meu amigo Stanley Clarke (um dos maiores baixistas da história da música), os guitar heroes Al Di Meola, John Scofield e Steve Vai, a lenda viva Hermeto Pascoal, o mestre da percussão Paulinho da Costa com o bandolinista virtuoso Hamilton de Holanda, a supercantora Maria Rita com o Quarteto Jobim, e muito mais! De 6 a 9 de Junho no Pier Mauá!!!

The Stanley Clarke Band no Rio Montreux!

Stanley Clarke - que gravou com Luiz Bonfá, Eumir Deodato, Flora Purim e Airto Moreira - ama o Brasil. E ele jura que vai provar esse amor promovendo, com sua banda, um show especial e inesquecível no Rio Montreux Jazz Festival.
Dia 7 de junho, no Palco Tom Jobim. Vai perder? Claro que não, né? 😏
Ah, e aproveite: com seu ingresso para esse palco, você também terá acesso aos shows do Palco Ary Barroso, além da área do Village, com bares e food trucks.

Ingressos promocionais a partir de R$ 50,00, sujeitos a disponibilidade. ⠀
Ministério da Cidadania, Mastercard e Claro apresentam:
Rio Montreux Jazz Festival
Lei de Incentivo à Cultura

Apresentação: @mastercard e @clarobrasil
Patrocínio: @StellaArtoisBrasil
Apoio Institucional: Governo do Estado do RJ - Secretaria de Cultura e Economia Criativa (@sececrj)
Apoio: @fairmontrio
Parceiro de Mídia: @FolhadeSPaulo, @JBFM.oficial, @Otimaooh, @jornaloglobo
Realização: @DreamFactory_brasil , @gael.ag, @mzamusic
Ministério da Cidadania, Pátria Amada Brasil / Governo Federal.

Wednesday, May 22, 2019

Faltam apenas 15 dias! Rio Montreux Jazz Festival começa em 6 de Junho!

Quinze dias para o Montreux Jazz Festival chegar ao Rio!
Evento ícone do jazz mundial terá 40 atrações entre os dias 6 e 9 de junho

O Rio de Janeiro será palco de um dos mais icônicos eventos musicais do mundo. O Montreux Jazz Festival, criado em 1967, na cidade que leva o mesmo nome, vai acontecer pela primeira vez no Rio de Janeiro, seguindo os mesmos moldes da programação variada que acontece na Suíça.

O Rio Montreux Jazz Festival irá ocupar diferentes pontos da capital fluminense, com o melhor da música e cultura em atrações pagas e gratuitas. O objetivo é estimular o acesso à atmosfera vibrante e criativa da arte que tornaram o Festival conhecido mundialmente.

No Pier Mauá, o Rio Montreux Jazz Festival ocupará 3 palcos – nomeados em homenagem a grandes estrelas da música brasileira: Ary Barroso, Tom Jobim e Villa-Lobos -, com capacidade para receber até seis mil pessoas, por dia de evento. Além dos shows, o público terá área de convivência com bares e food trucks.

Os ingressos estão à venda no site do evento: www.riomontreuxjazzfestival.com.br

A cada ano, o Festival lança o pôster da edição, criado especialmente por um artista. O pôster da primeira edição do Rio Montreux Jazz Festival tem a assinatura do premiado publicitário Marcello Serpa. O Pier também irá sediar uma exposição com os pôsteres de edições passadas do evento.
(Maria Rita)

Além da programação de shows no Pier Mauá, a boa música vai ocupar a cidade em outros 5 palcos gratuitos. No Parque Madureira estará o Palco Pixinguinha, com área para receber um público de até 5 mil pessoas. Em outros quatro pontos da cidade estarão os palcos Montreux Urbano - Praça Nossa Senhora da Paz, Praça Varnhagen, Parque das Rosas, e Praça Largo do Machado. A iniciativa quer estimular o acesso à cultura e incentivo às novas revelações da música brasileira.

O Rio Montreux Jazz Festival é apresentado por Mastercard, através da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal, e pela Claro. O evento tem patrocínio da Stella Artois, apoio institucional do Governo do Estado do RJ - Secretaria de Cultura e Economia Criativa, e apoio do Fairmont Rio de Janeiro Copacabana. A produção geral tem assinatura da Dream Factory, Gael e MZA Music.
O produtor musical Marco Mazzola, responsável pela noite brasileira do Montreux Jazz Festival desde 1978, está à frente da direção artística do Rio Montreux Jazz Festival. Entre os grandes nomes que se apresentaram na Suiça durante sua gestão estão Elis Regina, Hermeto Pascoal, Gilberto Gil, João Gilberto, Tom Jobim, Maria Bethânia e João Bosco.

"Em 1978, André Midani (na época Presidente da Warner Music), muito amigo de Claude Nobs, me convidou para ser o vice-presidente da companhia. O primeiro projeto foi organizar a noite de música brasileira no Montreux Jazz Festival, um termômetro para medir o sucesso de nossa música, e a demanda que existia para essa programação. O sucesso foi tanto que os ingressos se esgotaram rapidamente. No ano seguinte, em 1979, convidamos Elis Regina e Hermeto Pascoal, um dos poucos a quem Miles Davis chamava de gênio. Como o evento, além do jazz, também tem foco em apresentar outros estilos musicais, ao longo dos anos tivemos a oportunidade de levar tanto artistas já consagrados como também jovens músicos de excepcional talento. Se o Brasil aportou em Montreux, é com muita alegria que vejo a realização de um antigo sonho meu, de Claude e de Mathieu Jaton (atual diretor geral do Festival de Montreux), que é trazer o espírito do Montreux Jazz para o Rio de Janeiro", diz Mazzola.
(Steve Vai)

Para os palcos do Rio Montreux Jazz Festival, Mazzola selecionou artistas de diferentes gerações e estilos, além de encontros que marcarão um novo capítulo da música brasileira. Em 2019, ano marcado pelos 25 anos de ausência de Tom Jobim, a noite de abertura terá um encontro entre o Quarteto Jobim e Maria Rita, com uma homenagem ao grande maestro. Nesta mesma data acontece a apresentação de Steve Vai, um dos maiores guitarristas da história, que está preparando um show exclusivo para o festival no dia de seu aniversário, 6 de junho.

No dia 7, sexta-feira, acontece um encontro inusitado de três grandes nomes da música brasileira: Frejat, Zeca Baleiro e Pitty tocarão juntos os maiores sucessos de suas carreiras. No dia 8 de junho, Andreas Kisser reúne convidados e comanda um show inédito com os grandes hits do heavy metal em formato instrumental. Vencedora do Grammy, Corinne Bailey Rae, fecha esta noite do festival. Já o último show, na noite de encerramento (9 de junho), trará a mistura de sons de Ivan Lins, Chucho Valdés e Irakere, a união de Brasil e Cuba, reeditando um show exclusivo realizado em Havana, em 1996. Também estarão presentes o superbaixista Stanley Clarke, figura lendária do jazz-fusion, e os guitarristas John Scofield e Al Di Meola.

Para os palcos gratuitos, a programação vai incluir talentos recentemente descobertos, muitos já premiados internacionalmente, além de projetos sociais de êxito realizados na cidade, como a Orquestra de Câmara da Rocinha e Camerata Jovem (que compreende os músicos de comunidades do Rio de Janeiro como Complexo do Alemão, Morro dos Macacos, Rio das Pedras e Cidade de Deus, além de músicos das cidades de Petrópolis, João Pessoa e Rondônia). Além disso, será um espaço para a pluralidade de ritmos e cultura. Entre as atrações está a nova geração da música instrumental no Brasil homenageando grandes lendas como Luiz Gonzaga, Egberto Gismonti, Pixinguinha e Paulo Moura.

Programação Rio Montreux Jazz Festival 2019

Pier Mauá
Palco Tom Jobim – capacidade de 773 pessoas sentadas (Armazém 2)
Palco Villa-Lobos – capacidade de 3.500 pessoas em pé (Armazém 3)
Palco Ary Barroso – localizado na varanda do Pier

Demais regiões – Palcos gratuitos
Palco Pixinguinha – localizado no Parque Madureira
Palcos Montreux Urbano – Praça Nossa Senhora da Paz, Praça Varnhagen, Parque das Rosas, e Praça Largo do Machado
(Al DiMeola)
Shows confirmados
6 de junho – quinta-feira
Palco ARY BARROSO
18h30 – Amaro Freitas
21h – Diego Figueiredo

Palco TOM JOBIM
19h30 - Quarteto Jobim e Maria Rita - "Chega de saudade: 25 anos sem Tom Jobim"
22h – Al Di Meola Opus 2019 & More

Palco VILLA-LOBOS
23h30 – Steve Vai

Palco PIXINGUINHA
18h -Toca do Tatu
19h -Marcelo Caldi convida Gabriel Grossi - Homenagem a Luiz Gonzaga

Palco Montreux Urbano Praça Nossa Senhora da Paz
16h – Fernando Magalhães Instrumental

Palco Montreux Urbano Varnhagem
16h – Deborah Levy

Palco Montreux Urbano Parque das Rosas
16h - José Lourenço Trio

Palco Montreux Urbano Largo do Machado
16h – Flavio Trino
(Stanley Clarke)
7 de junho – sexta-feira

Palco ARY BARROSO
18h30 – Choro na Rua
21h – Pedro Martins Trio

Palco TOM JOBIM
19h30 - Yamandu Costa. Participação especial: Camerata Jovem do Rio de Janeiro
22h – The Stanley Clarke Band

Palco VILLA-LOBOS
23h30 – Frejat convida Pitty e Zeca Baleiro

Palco PIXINGUINHA
18h – Orquestra de Câmara da Rocinha
19h -Bianca Gismonti Trio convida Frank Colón - Homenagem a Egberto Gismonti

Palco Montreux Urbano Praça Nossa Senhora da Paz
16h – Rodrigo Lorio

Palco Montreux Urbano Varnhagem
16h – Filipe Moreno

Palco Montreux Urbano Parque das Rosas
16h – Trívia Jazz

Palco Montreux Urbano Largo do Machado
16h – Jazzophilia
(Hermeto Pascoal)
8 de junho – sábado

Palco ARY BARROSO
18h30 – Ricardo Herz Trio
21h – Andreas Kisser e convidados apresentam: Instrumental Acoustic Metal

Palco TOM JOBIM
19h30 – Hamilton de Holanda Quarteto convida Paulinho da Costa
22h – Hermeto Pascoal

Palco VILLA-LOBOS
23h30 – Corinne Bailey Rae

Palco PIXINGUINHA
18h – Fernando Vidal Trio
19h -André Vasconcellos Quinteto

Palco Montreux Urbano Praça Nossa Senhora da Paz
16h – Caliandra

Palco Montreux Urbano Varnhagem
16h – Niterroir

Palco Montreux Urbano Parque das Rosas
16h –Jazz Sweet Jazz

Palco Montreux Urbano Largo do Machado
16h – Adaury Mothé
(John Scofield)
9 de junho – domingo

Palco ARY BARROSO
16h30 – Allyrio Mello
19h – A Guitarra e o Tambor - Davi Moraes, Jr. Tolstoi e Pedro Baby

Palco TOM JOBIM
17h30 – Carlos Malta e Pife Muderno
20h – John Scofield Combo 66

Palco VILLA-LOBOS
21h30 – Brasil Cuba: Ivan Lins, Chucho Valdés e Irakere

Palco PIXINGUINHA
18h – Face Musical Quarteto
19h- Dani Spielmann e orquestra Gafieirando convidam Bebê Kramer - Homenagem a Paulo Moura

Palco Montreux Urbano Praça Nossa Senhora da Paz
16h – Igor Gnomo Group

Palco Montreux Urbano Varnhagem
16h – Sergio Diab Stratoman

Palco Montreux Urbano Parque das Rosas
16h –7 pra Cigano

Palco Montreux Urbano Largo do Machado
16h – Ricardo Marins

Venda de ingressos
Local: Píer Mauá – Armazéns 2 e 3
Capacidade:
Palco Tom Jobim – capacidade 773 pessoas sentadas (Armazém 2)
Palco Villa-Lobos – capacidade 3.500 pessoas em pé (Armazém 3)
Palco Ary Barroso – disponibilidade de 1.000 ingressos (Varanda do Pier Mauá). O ingresso dá direito aos dois shows por noite que acontecerão neste espaço.

Duração de cada show: Aproximadamente 1h15min
Ingressos: A partir de R$ 25,00 (ver tabela)
Classificação etária: 16 anos. Menores de 16 anos somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Abertura do Pier Mauá: 18h
Abertura dos armazéns: 30 minutos antes do início do show
Acesso para deficientes: sim
Venda de ingressos no site: https://riomontreuxjazzfestival.uhuu.com
Venda a grupos: negocios@uhuu.com

INGRESSOS:
Palco Tom Jobim – Píer Mauá (Armazém 2)
Encontros exclusivos criados especialmente para o Festival. Nesse palco mais intimista, com plateia sentada, acontecem dois shows por dia (19h30 e 22h), com ingressos que devem ser comprados separadamente.
Ingressos comprados para esse palco garantem acesso ao Espaço Village e aos 2 shows diários do Palco Ary Barroso.

Palco Villa-Lobos - Píer Mauá (Armazém 3)
Jazz, Rock, R&B e música latina com artistas internacionalmente famosos por seu virtuosismo e mistura de influências. Um show por dia, sempre às 23h30, com plateia em pé. Ingressos comprados para esse palco garantem acesso ao Espaço Village e aos 2 shows diários do Palco Ary Barroso.

Palco Ary Barroso – Espaço Village
Os shows do Palco Ary Barroso acontecem na varanda do Pier Mauá, com vista para a Baía de Guanabara, e contam com a novíssima geração de artistas do Jazz e da música instrumental, além de espetáculos criados especialmente para esse local. São dois shows por dia (18h30 e 21h). Essa área de convivência terá também food trucks gourmets (consumação não inclusa no ingresso).

Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet).

Parcelamento em até 3 vezes sem juros em todos os cartões de crédito.
Todas as condições acima poderão ser alteradas sem aviso prévio.

PONTO DE VENDA – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Bilheteria do Città América
Av. das Américas, 700 –Térreo - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Horário de atendimento:  Segunda a Sábado das 11h às 19h.
Domingos e Feriados: Fechado.

FORMAS DE PAGAMENTO
Internet: Cartões de crédito: Mastercard, Visa, Amex, Elo, Hipercard
Bilheteria e Pontos de Venda: Dinheiro, Cartões de crédito e débito, Vale Cultura Ticket

Alan Pasqua live @ Moss Theater, this Friday

Alan Pasqua, a synonym for extraordinary musicality, is one of the most underrated pianists of our time. Although he has played and recorded with many musical icons of several styles - from Tony Bennett to Allan Holdsworth to Claus Ogerman & Michael Brecker -, Pasqua remains a treasure hidden by the "jazz experts." But, this next Friday, May 24, you can see for yourself how great he is, attending Pasqua's long-awaited acoustic jazz trio concert @ Moss Theater.

TICKETS: Friday May 24, 2019, 8:00 pm
General: $30

ALAN PASQUA TRIO featuring Darek Oles (bass) & Conor Malloy (drums)
VENUE: Moss­ Theater at The Herb Alpert Educational Village
3131 Olympic Blvd.
Santa Monica, CA 90404
Free parking adjacent to Moss Theater on New Roads Campus.
The Moss Theater is a beautiful performance space. Acoustic design by Yasuhisa Toyota (Disney Concert Hall)
KJAZZ 88.1 - official media sponsor

Alan Pasqua, Professor of Jazz Studies at USC, was born in New Jersey and began studying piano at the age of seven, playing both classical and jazz. He attended Indiana University and received his bachelor’s degree in jazz studies from the New England Conservatory. While performing a concert at Carnegie Hall, Pasqua met the legendary drummer Tony Williams. Pasqua was asked to join The New Tony Williams Lifetime along with guitarist Allan Holdsworth.

After recording two “Lifetime” albums for Columbia Records, Pasqua relocated in Los Angeles. His career in L.A. broadened as he started playing with more rock and pop artists. He has been a member of the bands of Bob Dylan and Santana. Some of his other pop album and touring credits include: Ray Charles, Aretha Franklin, Elton John and Queen Latifa. In addition, he has worked with composers John Williams, Quincy Jones, Dave Grusin, Jerry Goldsmith and Henry Mancini and on motion picture soundtracks. In addition, Alan composed the soundtrack for Disney’s hit movie, "The Waterboy," starring Adam Sandler.

In the jazz world, Pasqua has played and recorded with Jack Dejohnette, Paul Motion, Dave Holland, Michael Brecker, Randy Brecker, Joe Henderson, Stanley Clarke, Gary Burton, James Moody, Gary Peacock, Gary Bartz, Reggie Workman, The Thad Jones/Mel Lewis Jazz Orchestra, Sheila Jordan and Joe Williams. Not to mention his long time partnership with fusion guitar hero Allan Holdsworth on albums for the CTI and MoonJune labels.

Aside from his many critically acclaimed recordings as a leader, in 2008, Pasqua joined forces with Peter Erskine and Dave Carpenter, arranging, co-producing and playing on the Grammy Award nominated trio album “Standards”. Another critically acclaimed release, “Twin Bill” (BFM Digital) features Pasqua on two pianos, playing the music of Bill Evans.

Monday, May 20, 2019

Randy Brecker receives "Highlights In Jazz Annual Award"

Jack Kleinsinger’s Highlights In Jazz - New York’s longest running jazz concert series - honors trumpet master Randy Brecker, who received the Highlights In Jazz Annual Award!
(photo by Steven Goldberg)

Last Thursday night, May 16, at Tribeca Performing Arts Center Highlights In Jazz, producer Jack Kleinsinger presented Randy Brecker - the best jazz trumpeter in the contemporary jazz scene - with their annual award.

Every year since 1974, Highlights In Jazz has honored a living jazz musician for their 'matchless musical achievements'.

Previous honorees have included Lionel Hampton, Roy Eldridge, Frank Wess, Roy Haynes, Maxine Sullivan, Hank Jones, Sonny Fortune and Dr. Billy Taylor, to name a few.

A stellar lineup of jazz masters and rising stars celebrated Randy at the May 16th concert.

Pianist George Cables, bassist Buster Williams, drummer Danny Gottlieb, drummer/vibraphonist Chuck Redd, vocalist Veronica Swift, and saxophonists Peter Anderson and Will Anderson and trombonist Joe McDonough.

The Highlights In Jazz 47th Season Concludes:

Thursday, June 20, 2019 – 8 P.M.
Remembering Erroll & Randy
The Erroll Garner Project
Pianist Christian Sands
Drummer Ulysses Owens
Bassist Luques Curtis

A Randy Weston Tribute
Saxophonist T.K. Blue and the Weston Alumni Band
Bassist Alex Blake
Percussionist Neil Clarke
Special guest trombonist Steve Turre and surprise special guest!

All Shows At
BMCC TRIBECA Performing Arts Center
Borough of Manhattan Community College
199 Chambers Street, New York, NY 10007
http://tribecapac.org

By car take FDR Drive south to end, through underpass onto West Street,
north to Chambers.
By Subway take 1, 2, 3, 9, A, C, E, J or M train to Chambers or N, R to City Hall stop. Walk west on Chambers.
Box Office 212-220-1460
Ticket Prices
$50.00, $45.00 (student rate with valid ID) or by mail order.

Tickets can be purchased in advance at the box office.
You are now able to use your credit card at the Tribeca PAC Box Office located on 199 Chambers Street, or by calling (212) 220-1460 and now online at Tickets.Tribecapac.org

Please send a check made payable to: Highlights In Jazz

Please mail orders to:
Highlights In Jazz
7 Peter Cooper Road, Apt. 11E, New York, NY 10010
(Please enclose a self-addressed, stamped envelope)

http://www.highlightsinjazz.org

Tuesday, May 14, 2019

Hubert Laws live in California, next Saturday!

All-time greatest jazz flutist, Hubert Laws, will be performing a rare concert in California! Playing hits from his groundbreaking albums for CTI Records!
This next Saturday, May 18, 8 pm @ Moss Theater.

Tickets: $40

HUBERT ­LAWS QUINTET with
Mitch Forman (piano), Rob Mullins (keyboards), John Leftwich (bass). Joey Heredia (drums)

VENUE: Moss­ Theater
at The Herb Alpert Educational Village
3131 Olympic Blvd.
Santa Monica, CA 90404

Free parking adjacent to Moss Theater on New Roads Campus.
KJAZZ 88.1 - official media sponsor.

Happy 90th Birthday, Creed Taylor!

Happy Birthday to legendary Grammy-winning producer Creed Taylor, founder of the Impulse!, CTI and Kudu labels!!!
(Creed Taylor & Arnaldo DeSouteiro, NY, 1990)
(Ithamara Koorax & Creed Taylor, NY, 1991)
(Creed Taylor & Ithamara Koorax, Montreux, 2009)
(Quincy Jones & Creed Taylor, NJ, 1969)
(Creed Taylor & Freddie Hubbard, NJ, 1970)
(Creed Taylor & Kenyon Hopkins, 1959)
(Monica Getz, Creed Taylor, Sammy Davis Jr. & Astrud Gilberto, 1965, receiving one of the 5 Grammy awards for the "Getz/Gilberto" album)
(Rudy Van Gelder & Creed Taylor, 2009)
(Niels Lan Doky, Creed Taylor & Anders Bergcrantz, Istanbul, 2009)


(Bill Evans, Creed Taylor & Claus Ogerman, NJ, 1965)